Está tudo bem, está tudo bem, até eu mesmo, pela primeira vez, estou me levando a sério, ah meu bem, nem gritos, nem joguinhos, menos ainda você, ei Silvia, vulgaridade não! Não, não vai ficar tudo bem!
Mato sem cachorro, jacaré no pântano, jantar com linguiça de pernil no pão, alegria no pouco, satisfação no coração, cantando melodias, enquanto cuido de tudo que tenho, cuidando de minha vida!
Ei, ei, esse é o ritmo de um piano e um sax, um som gostoso, tão idoso quanto eu, e ainda tão intenso, bonito, que nos faz dançar em uma noite de lua cheia. Feliz quem ouviu e dançou, quem não, só lamento!
Escrevi outra poesia, subi em um pé gigante, de uma goiabeira, olhei o mar, vi pássaros sobrevoando o céu, era tarde, abri uma rede, mordi uma goiaba, contei estrelas, fui vivendo, sem geladeira!
Um caso real, gente com quem perdi o desejo, luzes estúpidas, sons imbecis, ei Silvia, mediocridade não! Não, não vai ficar tudo bem. Fofocas de cobras, cobras com dentes, tipo de pessoas, se dizendo gente!
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