quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Não deixar a poesia morrer, embora...

Não deixar a poesia morrer, embora ele pareça morta. O que escrevíamos para viver, já não vive. Deus mata desejos, usa situações, pessoas e nos molda. Somos redesenhados, transformados.

Ele vai esmagar você, Ele vai quebrar você em todos sentidos, Ele vai cuidar de você. Ele me disse, através de você, que tudo vai passar. Que um dia iremos outra vez viajar, que tudo ficará bem.

Então espero, tão surpreso, oro para encontrar forças!

Oro, para entender o que fiz, o que sou, para ter sua atenção, isso quando mais uma vez, procurando por uma simples janela, olhando colinas com cafezais.

Enquanto no velho fogão à lenha, passo meu café, penso como posso existir para você. Olhando pela janela, sentido o cheiro do café, meus olhos vêem aquele antigo relógio na parede, ao lado da janela, faltam 16 minutos para 17 horas!

Suspiro, lentamente respiro, sinto o paladar do café tão jovem e doce, bebendo meu café sem açúcar. Ah poesia, você está aqui, ainda tentando recomeçar e viva, ainda viva. Não, não se preocupe comigo minha poesia, se não der, se não passar, se não viajarmos, irei sobreviver.

Já não tenho 16, 17 anos. Ficarei bem, você poesia deve ser guardada, protegida. Procurando ainda mais por Deus, Ele, Deus não está perdido, apenas eu, vejo no céu estrelas, são 16 estrelas ao sul, 17 estrelas ao norte, poesia!

Enquanto escrevo, ouço o som do piano, na melodia de um guerreiro, quando formos livres poesia, são 16, 17 notas para liberdade, quando todos formos livres. Na liberdade temos Cristo, que nos amou primeiro!

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Diário de Bordo II - #JoãoPauloPagnozzi
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